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Descubra o reino fictício de ‘A nobreza do amor’

Estreia em 16 de março: ‘A Nobreza do Amor’ traz uma trama emocionante sobre ancestralidade

A nova novela das seis, “A Nobreza do Amor”, está marcada para estrear no dia 16 de março na TV Globo. A produção leva os telespectadores a conhecer o reino fictício de Batanga, um lugar rico em natureza e cultura, onde a história é marcada pela luta pela liberdade e pela resistência.

Batanga, localizado na costa ocidental da África, foi colonizado por Portugal e conquistou sua independência no final do século XIX, graças à liderança de Cayman II, com o apoio de Niara e Jendal. Esses personagens são fundamentais para o desenvolvimento da nova nação. Os idealizadores da trama, Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., querem contar uma história que celebra as raízes africanas.

Os atores envolvidos destacam a importância de representar a diversidade cultural do continente. Welket Bungué, que interpreta o rei Cayman II, menciona que a novela busca mostrar a vasta gama de expressões simbólicas e estéticas que existem na África. Erika Januza, que dá vida à rainha Niara, enfatiza como a narrativa conecta legados africanos com a cultura brasileira, especialmente a nordestina.

A narrativa avança para um período de paz e apresenta a princesa Alika, herdeira do trono e filha única de Cayman e Niara. Com um nome que significa “a mais bela entre as belas”, Alika enfrenta um destino conturbado. Ela está prestes a se casar com Jendal (interpretado por Lázaro Ramos), que é seu amigo de infância e atual primeiro-ministro, mas rejeita essa união em nome da liberdade. Um oráculo a adverte que um mal se aproxima de Batanga e que apenas esse casamento poderia protegê-la. Alika, no entanto, decide questionar as práticas comerciais de seu pai e acaba se envolvendo em negociações com comerciantes turcos, o que coloca em risco os planos de Jendal.

A atriz Duda Santos, que interpreta Alika, fala sobre o orgulho e a responsabilidade de atuar como uma princesa africana em um horário nobre, ressaltando a relevância de valorizar a ancestralidade em um contexto contemporâneo.

A tensão política cresce quando Jendal, apoiado por interesses ingleses, tenta tomar o trono de Batanga. Ele coloca a família real em perigo, levando Alika a aceitar o casamento forçado para salvar seus pais. Contudo, a união não é consumada, e um plano de fuga se torna a única saída. Esse plano conta com a ajuda de Omar, que se apaixonou pela princesa, e Dumi, o chefe da guarda que finge lealdade ao usurpador.

Infelizmente, o pai de Alika, Cayman, sofre um acidente e morre antes de revelar um segredo importante sobre o futuro da família. Ele orienta Alika a restaurar sua honra e voltar ao trono, mencionando que as duas mulheres devem seguir para o Brasil. Enquanto isso, Omar é capturado, e Alika e Niara conseguem embarcar rumo a Natal, no Rio Grande do Norte, onde são acolhidas por um homem chamado José. Este, no entanto, guarda um segredo: ele é Zambi, o irmão de Cayman.

Apesar da distância, Alika mantém seu compromisso com seu povo. Em solo brasileiro, ela começa a organizar uma resistência contra o tirano que usurpou seu trono. Com a ajuda de Dumi, que se infiltra no palácio, e de Chinua, antigo conselheiro de seu pai, Alika busca reunir guerreiros como Akin e Ladisa para lutar pela libertação de Batanga.

“A Nobreza do Amor” é uma produção que envolve uma equipe extensa, com um roteiro que conta com a colaboração de profissionais qualificados e uma direção artística que visa trazer à tona a rica história e cultura de Batanga. Com uma trama cheia de reviravoltas e personagens marcantes, a novela promete engajar os telespectadores e provocar reflexões sobre identidade e ancestralidade.

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